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Sistema Ving Tsun

Descrever o Sistema Ving Tsun não é uma tarefa simples ou fácil.

Na década de 80 e 90, quando este Sistema “ganhou” o mundo, muito por causa dos filmes de Bruce Lee, fazendo com que seus fãs sentissem a vontade e a necessidade de saber qual Arte Marcial este famoso ator praticava, muito pelos mestres que migravam da China para os diversos países mundo afora.

Nessa época, costumava-se rotular o Sistema Ving Tsun como:

“A Arte Marcial mais simples e eficiente do mundo”

“O Estilo de Kung Fu mais praticado do mundo”

“O Estilo de Kung Fu mais rápido de aprender do mundo”

“ O Kung Fu mais famoso do mundo”

E vários outros “mais” qualquer outro adjetivo “do mundo”.

Analisar essa arte que é muito mais do que um estilo ou sistema marcial dessa forma seria uma maneira totalmente infantil, ingênua, pretensiosa, pra não dizer até inocente de olhar para o Ving Tsun.

Muito mais que um simples estilo ou sistema marcial, Ving Tsun é um Sistema Chinês de Estratégia Marcial, cuja criação é atribuída a Monja N’Mui, uma das 5 sobreviventes ao incêndio que destruiu o Monastério Shaolin e que foi estruturado por sua discípula Yim Ving Tsun na forma como o conhecemos hoje, composto pelos domínios:

  • Siu Nim Tau
  • Cham Kiu
  • Biu Ji
  • Mui Fa Jong
  • Luk Dim Bun Gwon
  • Bot Jam Dou

Alguns pontos a entender…

Sistema Chinês de Estratégia Marcial

A Estratégia Marcial, também muito conhecida como Kung Fu é a habilidade que uma pessoa desenvolve para explorar o potencial de uma situação (Sai) e suas transformações (Yeng), e como este pode atuar em suas condicionantes de modo a alcançar um efeito desejado.

A sistematização deste processo, dentro da lógica do pensamento chinês, segue o princípio bipolar de união e interdependência, o conhecido Yin-Yang.

Partindo do pressuposto de que “era impossível antecipar o inesperado”, houve a necessidade de conceber um sistema sustentável que fosse capaz de modelar uma tendência a partir dos dados disponíveis e levando-se em consideração todas as suas possibilidades e constantes mutáveis, prever a evolução natural desta tendência e como ela poderá se apresentar no futuro.

Por conta disso, os Sistemas Clássicos Chineses são conhecidos como “Sistemas de Variação” pois admitem todas as formas variáveis que uma tendência pode assumir e se prepara para essas variáveis, antagonicamente aos “Sistemas de Modelos” mais comumente adotados pelo ocidente e que não admitem variações.

Cada domínio (Lin Wik) possui sua listagem técnica característica, onde, ao contrário do que muitos acreditam ser técnicas de luta, nada mais são do que dispositivos práticos corporais (Jiu Sik) que exploram o potencial de cada situação (Sai) e suas possibilidades de mudança em cada configuração particular (Yeng).

Com base nessas listagens, um Sistema (Hai Tong) apresenta uma variação da lógica (Lei) em situações que vão de um extremo a outro e permite identificar o desvio que a diversidade de cada situação (Yeng) a ser encontrada oferece, tal qual acontece amplamente com a realidade.

Esta variação é identificada pelos domínios (Lin Wik), que são manifestados através de cenários previstas pelo próprio sistema (Sau), cenários que necessitam de uma avaliação circunstancial caso a caso (Po) e cenários não previstos pelo sistema (Lei).